sábado, 31 de março de 2012

Estou de volta !

Olá a todos. É bom estar de volta após uns dias afastada. Tenho andado um bocadinho sem tempo mas esta semana (sim, porque estou de férias) é altura de por tudo em dia. Para começar, o desafio da Anita que acaba hoje e está um bocadinho (grande) atrasado. Aqui vai:

26. Comida

Adoro comer. Oh se adoro. Não vou escolher um prato especial porque eu gosto muito de muita coisa: bacalhau de todas as maneiras, comida chinesa, comida italiana.. ai ai, sou uma gulosa!

27. Sonho

Não gosto de ter grandes planos. Sonho acabar o meu curso, arranjar emprego e ter uma família bonita. Acredito que devemos pensar alto, faz bem à alta e estimula a imaginação e a perseverança, mas acho que não preciso de muito para ser feliz.

28. Pessoa


O B. fez um bocadinho grande do que sou hoje. Por isso, pelo amor que tenho por ele e pelos quase 6 anos, acho que ele é a pessoa. Foi aquela que mais me marcou na minha vida.

29. Look

Gosto de roupa feminina mas ao mesmo tempo confortável. Sou muito simples na verdade. Adoro saltos e lingerie. Esses sim são a minha perdição. Deixo foto da ultima peça que comprei:


30. Sedução

Gosto quando me fazem rir. Acho que é meio caminho andado para me seduzirem!

31. Saudade

Da minha avó, que me deixou quando eu era pequenina e que hoje em dia me faz imensa falta. Ainda hoje me dizem que eu só estava bem perto dela. Mas eu sei que onde quer que ela esteja, está a olhar por mim!

sábado, 24 de março de 2012

Desafio da Anita 20, 21, 22, 23, 24 e mais umas coisinhas...

Tenho andado um bocadinho sem tempo para vir cá dar noticias e daí quem se tem atrasado é o desafio que a Anita fez! Aqui vai o que está em atraso: (by the way, isto é típico meu. Eu tenho de fazer sempre tudo com um atraso qualquer!)



20. Objecto


Sou um bocado telemóvel addicted e ultimamente não consigo viver sem o meu bb. My preeeciooous!


21. Maquilhagem

Não me costumo maquilhar no dia-a-dia. Só quando tenho umas olheiiiras infernais que precisam mesmo de ser disfarçadas. No entanto o que eu uso com mais frequência é o lápis e o rimel. Adoro ver os meus olhos realçados. E apesar de serem de um castanho muito escuro, acho que são muito expressivos. E acho que quando meto um lápis ou um rimel fico bastante diferente. São sem duvida os meus favoritos!


22. Lingerie

Eu adoro lingerie. Sou completamente viciada. Metam-me num shopping e passo a vida em lojas tipo oysho, tezzenis, womens secrets e afins. As meninas sabem bem que uma lingerie consegue fazer-nos sentir mais confiantes. As minhas tem todas lacinhos, botões, e afins. Mesmo as que uso mais diariamente. Com grande patrocínio da primark !


23. Solidão

Adoro estar sozinha. Não gosto de estar só. Adoro passar umas horas sozinha, a passear e a pensar. Mas odiava ser uma pessoa solitária, sem ninguém para conversar. Isso seria uma tortura.


24. Data

Sou novinha e sinto que não aconteceu nada na minha vida que mereça menção. Sinto que ainda tenho muito para viver e talvez essa data única e especial me salte à vista mal me perguntem. Mas para já ainda não. Saltam-me muitas. A data em que conheci o B. , a data em que entrei para a faculdade, a data em que comecei a morar no Porto sozinha...

segunda-feira, 19 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 19#

19. Série


Sobrenatural é aquela série. Adoro, adoro, adoro! Ai Dean... fazes-me sempre rir, mesmo quando o mundo ta para acabar fazes sempre uma palhaçada qualquer!



Desafio da Anita para Março 18#

18. Feriado


Não gosto do Natal pelo Natal. Gosto por ser a altura em que vejo toda a minha família. Tenho uma família enorrrme e noutra altura do ano é difícil encontrar toda a gente. E é por eles que o Natal é o meu feriado favorito !

domingo, 18 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 17#

17. Poema

Dos meus tempos de secundário, ficou-me este gravado na memória:

Tabacaria

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

Álvaro de Campos, 15-1-1928

sexta-feira, 16 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 16#

16. Filme



de muitos mais...

Desafio da Anita para Março 15#

15. Local de férias

Já vai com atraso, mas pronto. Não sou uma pessoa muito viajada. Não há muiiita coisa a dizer sobre este tema na verdade. Se me dessem a escolher um sítio onde quisesse muito ir, ia ficar indecisa com estes dois. E muito.

Taj Mahal - India

Maputo - Moçambique






quarta-feira, 14 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 14#

14. Calçado

Adoro saltos altos, gosto mesmo de usar mas a verdade é que no dia a dia não há nada como uns belos ténis ou algo assim a cair para o confortável. Quem passa muito tempo de pé ou a andar de um lado para o outro sabe bem como é. Mas a verdade é que me perco com sapatos. Se pudesse tinha tudo cá em casa.


terça-feira, 13 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 13#

13. Cheiro/Perfume

Adoro cheiros frescos, de frutos tropicais por exemplo. Coisas que tragam energia. Quanto a perfumes, o meu favorito é este. Adoro, adoro, adoro!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 12#

12. Cidade


Cada vez mais apaixonada por esta:

Rio Douro e Ponte D. Luis

Av. dos Aliados

Torre dos Clérigos

Sé do Porto



Ai Porto, apaixonei-me e eu não queria!

Miopia e fenómenos paranormais

Já encontrei uma explicação para todos os avistamentos de OVNI's, homens sem cabeça e unicornios cor-de-rosa. E não há explicação mais simples. A miopia. Não acreditam? Vejam lá o que me aconteceu:
- No outro dia tava a D. à espera do comboio na estação. E como faltava pelo menos 20minutos para ele chegar fui para a sala de espera, descansar as varizes enquanto esperava pela linha do meu comboio. E enquanto me dirigia para a sala comecei a avistar o que o meu cérebro reconhecia como uma homem de cabelo verde e orelhas à elfo. Sim. Cabelo verde e orelhas à elfo. E já estav a eu a pensar que o mundo estava todo doido, e que devia ser um maluco qualquer que andou a meter silicone nas orelhas, até que quando me aproximo, vejo que o que para mim era um elfo de cabelo verde, não passada de um senhor de boné verde que estava com a cabeça baixada, o que criou um efeito qualquer nas orelhas.

Agora imaginem que eu com medo do homem com as orelhas de elfo não me aproximava? Concerteza que em vez deste post estaria a criar outro vos tava a contar que a humanidade estava perdida e que andava a pintar o cabelo de verde.

domingo, 11 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 11#

11. Sobremesa


Adoro doces, então quando levam chocolate ou leite condensado nem se fala... Mas escolhi esta:



Mousse de côco ... Adoro!

sábado, 10 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 9# e 10#

9. Mania/Superstição

Não tenho nenhuma em especial. Só a dos meus sonhos. Já me aocnteceu muitos dos meus sonhos realizarem-se, então quando tenho um sonho piorzinho, fico o dia seguinte a pensar nisso...


10. Parte do dia

Sem dúvida o final da tarde, quando acabam os meus afazeres diários e posso relaxar um bocadinho. Adoro saber que não tenho mais nada para fazer e aproveitar o solzinho da primavera e do verão!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ementa musical do dia #11 (especial dia da Mulher)


Há dúvidas que we "run the mothaf*" world?

Desafio da Anita para Março 7# e 8#

Pois é, ontem estive doente e acabei por não conseguir vir aqui cumprir o desafio da Anita. Hoje estou de cama, um bocadinho doente ainda, mas já capaz de vos vir deixar um olázito. E aqui vai:

7. Estação do ano

Sem dúvida que a minha favorita é a Primavera: primeiro a temperatura é agradável, nem calor de mais, nem frio demais. Anda tudo bonito e florido e o sol já faz libertar endorfinas que nos deixam todos felizes. E foi a estação em que eu nasci e que conheci o B., por isso são só coisas boas ! O único senão é mesmo as alergias. Durante uns dias lá anda a D. a anti-histamínicos.


8. Amor
Não posso dizer que tenha só um. O meu maior amor é a minha família. A minha mãe, o meu pai, a minha mana e o meu avô são sem dúvida as pessoas que mais amo no mundo. Não imagino a minha vida sem eles. 
No que diz respeito ao outro amor, e com todos os cuidados que envolve dizer isto, o meu "amor" é o meu B. Não sei o que nos espera o futuro mas já partilhamos uma história de quase 6 anos e apesar de todas as asneiras que fizemos um ao outro, só estou bem com ele e sabemos ser felizes juntos, apesar de as vezes nos armarmos em tontos. Os últimos meses têm sido maravilhosos, depois de um período mais conturbado e ele tem me feito imensamente feliz. Sei que nunca me vou arrepender do que vos digo agora, porque aconteça o que acontecer ele vai ser sempre alguém especial e que marcou a minha vida.

terça-feira, 6 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 6#

6. Sabor

Adoro chocolates, adoro morangos, adoro Ananás. Mas se há coisa da qual tiro prazer é comer algo com um travo àcido. E adoro estas gomas. Junta isso ao sabor da melancia. Adoro, adoro, adoro!


domingo, 4 de março de 2012

Reborn babies

Já ouviram falar dos reborn babies? Para quem não conhece não são nada mais nada menos que bonecos extremamente realistas, que se parecem mesmo mesmo mesmo com bebés reais. Até aqui tudo bem.


É uma coisa gira, são muito realistas e tal e são lindas bonecas para coleção e para as meninas brincarem ao faz-de-conta. O que me preocupa é estas bonecas serem compradas por senhoras mais velhas que não têm filhos e os usam como substitutos e em casos em que as mães perdem filhos e os usam no luto, o que chega a ser... mórbido. E vocês dizem: -ah D. mas não estou a ver qual é o problema. Este é o problema:



Um boneco nunca poderá substituir um filho e não sei até que ponto isto poderá ser saudável psicologicamente para algumas pessoas.

Ementa musical do dia 10#


Que clássico...

Desafio do mês de Março 4#

4. Amuleto


Não tenho nenhum em especial que ande comigo todos os dias. Mas quando estou muito nervosa para alguma coisa costumo levar algo para me dar sorte. Normalmente levo um anel que o B. me deu à uns anos e uma pulseira que o meu pai me deu. Realmente sou uma mulher da ciência e devia opor-me a todas estas coisas da sorte, mas uma parte de nós fica mais sossegada quando temos lá um amuleto, just in case...

sábado, 3 de março de 2012

Desafio da Anita para Março 1#, 2# e 3#

A Anita desafiou e eu decidi aceitar o desafio para Março... Já vou um bocadinho atrasada por isso hoje o post vai ser 3 em 1.

1. Livro: Adoro ler mas desde que fui para o 12º que o tempo não abunda. Gostava de ler mais mas... não há mesmo tempo senão nas férias. Escolhi um livro de um autor que adoro, mas a par desse autor adoro Isabel Allende, Dan Brown e os portugueses Eça e Camilo, mas quem leu Gabriel Garcia Marquez sabe que a obra dele é única.


2. Pai/Mãe: Os meus pais são os maiores exemplos que tenho na minha vida. A minha mãe é o exemplo da alegria, de ver sempre o lado bom da vida, de aceitar a vida tal como ela é mas nunca desistir e ter sempre esperança que tudo vai ser melhor. Apesar da vida difícil que tem nunca a vejo queixar-se de nada e tem sempre um sorriso aberto para me receber e um riso contagiante. O meu pai é o exemplo da coragem, é um lutador que sempre fez tudo pela família e eu sinto que ele é o eterno jovem. É a pessoa que eu mais gosto no mundo e em quem tenho mais orgulho. E os dois juntos são para mim o exemplo do amor e de um casal. Apesar de todos os problemas que já enfrentaram nunca desistiram deles como casal e superaram-no juntos. E amam-se que é uma coisa que nunca vi. São os melhores pais do mundo.

3. Local: É difícil escolher um local, mas durante 6 meses via esta paisagem duas vezes por dia. E muitas vezes este era o pico do meu dia. A imagem do Rio Douro, com os seus belos barcos rabelo e a ponte D. Luís (que de todas as pontes do Douro na cidade do Porto é a minha favorita) acalma-me e deixa-me mesmo relaxada. E sempre que posso é esta paisagem que vou ver. Quem já teve oportunidade de ver sabe bem do que falo.



sexta-feira, 2 de março de 2012

Notas curtas 2#

Odeio pessoas que armam escândalos por tudo e por nada. E que à mínima coisa têm de armar uma grande peixeirada. Concordo que temos de defender os nossos direitos, mas isso não implica não os defender com educação.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ementa musical do dia #9

Para quem estiver num dia tão não como o meu, pode ser que esta ajude:

Chuvinha abençoada... Não gosto de chuva mas esta chuvinha sabe a milagre quase!